E tanta coisa depende, falei para o Augustus, de um céu azul descortinado
pelos galhos das árvores. Tanta coisa depende do tubo de alimentação
transparente erupcionando das vísceras do garoto de lábios cianóticos.
Tanta coisa depende desse observador do universo.
Só metade consciente, ele olhou para mim e murmurou:
— E você ainda diz que não escreve poesia.
A culpa é das Estrelas
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